Direito à Cidade e Habitação
Estudos focados na segregação residencial, gentrificação, remoções forçadas e na luta pelo direito à cidade, considerando a precariedade habitacional como expressão da colonialidade do poder.
Estudos focados na segregação residencial, gentrificação, remoções forçadas e na luta pelo direito à cidade, considerando a precariedade habitacional como expressão da colonialidade do poder.
A soberania epistêmica exige financiamento independente. O programa Guardião da Ciência Negra é a nossa aliança tática para blindar a pesquisa acadêmica contra o epistemicídio institucional. Ao apoiar o Instituto Amefricano de Sociologia Crítica, o seu investimento retorna como justiça cognitiva circular para armar a sua própria práxis.
RIFA DA AUTONOMIA:
QUEM ALIMENTA O SABER, FORTALECE O TERRITÓRIO!
A nossa Biblioteca Comunitária Beatriz Nascimento ainda será inaugurada, mas os trabalhos para erguer esse quilombo de saber no Santa Izabel já começaram a todo vapor! Para garantir o custeio das despesas gerais, a montagem da nossa infraestrutura, a manutenção do Hub de internet e a autonomia das nossas futuras monitorias, lançamos a nossa Rifa Solidária 2026!
Valor do bilhete: Apenas R$ 10,00!
CAMPANHA DOBRO DE CHANCES: Numerações de 000 a 499. Todo mundo que adquirir um número receberá automaticamente outro número da sorte (acrescido de 500). Comprou um, joga com dois!
Sorteio: 12 de julho de 2026, via concurso da Loteria Federal nesta data histórica em que celebramos o nascimento da nossa patrona, a eterna Beatriz Nascimento.
Transparência radical com prestação de contas mensal afixada no mural público do Polo assim que inaugurado! Participe, colabore e espalhe essa corrente!
Conforme instituído pela Resolução Aditiva nº 01/2026, convidamos a comunidade acadêmica e apoiadores a contribuírem com o Fundo de Mobilização Literária do Polo Santa Izabel. Este fundo assegura a sustentabilidade bibliográfica da Biblioteca Comunitária Beatriz Nascimento e o suporte ao Hub de internet livre para estudantes das turmas do Enem e CEDERJ.
A iniciativa adota a práxis do Materialismo Amefricano para garantir autonomia e enfrentar as barreiras excludentes do racismo estrutural e do banzo institucional.
Gestão sob transparência radical e moralidade revolucionária, com prestação de contas mensal no mural público do Polo.